{Inspiração} Árvores de Natal alternativas

Bonjour, meu povo! Olha, o blog não foi abandonado – aeeeeee! -, eu só estava precisando de uns diazinhos para me dedicar a outros projetos (que postarei aqui assim que ficarem prontos, aguardem e confiem!), mas já estou de volta!

Aqui na Inglaterra a preparação para o Natal está em polvorosa e, apesar de ser cedo para colocar a decoração (na minha opinião), já estou pensando nisso há tempos. Como eu disse aqui, eu estava contemplando se rolava montar árvore de Natal com gatos em casa.

Oi!

Oi!

Cheguei a conclusão que não, não rola, mas ainda não sei o que vou fazer no lugar. Em busca de inspiração, achei um monte de coisa legal e trouxe aqui para dividir com vocês.

Nem todas as ideias são a prova de gatos – ou melhor, a prova das minhas gatas. Elas amam arrancar washi tape da parede, por exemplo. E adesivos. Mas dá para ter algumas ideias aí: por exemplo, na foto da árvore de ripas de madeira (que segundo meu marido, parece um brinquedo de gato!), tem um triângulo na parede super bacana, dá pra fazer com tinta spray e depois é só pintar por cima.

Ainda não sei o que fazer, mas aceito sugestões! E vocês, donos de gatos, como fazem com a árvore de Natal? Ou não fazem?

Decorando para o Halloween

Bom, eu sei que muita gente não gosta de Halloween – ou por motivos religiosos, ou por achar que é colonialismo norte-americano. Se esse é o seu caso, já me desculpo por antecipação e aviso que o blog volta com mais posts na segunda-feira (se você quer saber porque, pode pular para o final do post, rs).

Pra quem curte, pode continuar lendo. Aqui em casa consideramos uma brincadeira saudável e tradicional – meu esposo é do País de Gales – e, sinceramente, não conseguimos ver maldade em um monte de criança vestida de gatinho ou de criaturas que não existem – vampiros, anyone?

O Halloween teve origem nos países celtas – Irlanda e Reino Unido – com o festival da colheita e preparação para o inverno, comemorado no dia 1 de Novembro. Acreditava-se que, no dia anterior à esse festival, os espíritos visitavam a terra e as pessoas usavam fogueiras e fantasias como uma forma de afastar os maus espíritos de suas colheitas. Com a expansão do catolicismo no século IX, houve uma apropriação do festival, que passou a se chamar Dia de Todos os Santos – e deu o nome que conhecemos ao Halloween, uma contração de All Hallows’ Eve, a véspera do Dia de Todos os Santos.

Com a imigração irlandesa e escocesa para a América do Norte, o festival acabou crescendo e tomando proporções muito maiores no novo continente, mas ainda é comemorado – bem mais timidamente – aqui nas ilhas britânicas.

Normalmente comemoramos fazendo festinhas para as crianças e foi pensando nesses eventos que fiz essa compilação de idéias. Tudo bem inocente e divertido – links na legenda!

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Inspirados? Então mãos a obra! Tudo facinho de fazer (ok, talvez o Frankenstein não seja tão fácil assim…) para deixar sua festinha linda!

Como eu disse lá em cima, vou tirar uns dias de folga porque amanhã minha filha entra de férias da escola (por 10 dias) e no fim de semana é o festival da escola de balé dela –  vou fazer meu papel de mãe! Deixei posts programados para semana que vem e vocês podem entrar em contato comigo pelo email ou nos acompanhar em tempo (mais ou menos) real no Instagram. Na volta, eu posto as fotos do nosso Halloween!

Decorando com washi tape

Estou a mil organizando a festinha de aniversário da minha filha – coisa simples, tudo feito por mim mesma. Uma das coisas que eu usei na festa do ano passado e vou repetir é a washi tape, que é uma fita japonesa feita de papel de arroz. Comprei uma porção no eBay e comecei a pesquisar ideias – qual não foi a minha surpresa ao ver vários usos da fita em decoração dentro de casa! Achei super bacana e resolvi compartilhar:

A Sarah, do blog Becoming Gezellig, usou washi tape para fazer esse mural imitando ponto de cruz. No blog ela dá o passo a passo para fazer um igual.

Porta neon

(Fonte: Trentoen…)

Às vezes a gente vê uma coisa legal repetidas vezes no Pinterest e acaba sendo difícil achar a fonte original. Essa porta é uma dessas coisas, finalmente achei! Infelizmente eu não ser ler norueguês (segundo o Google Translate, o post é sobre a escada…), mas é ideias simples, que eu fiquei com muita vontade de copiar.

Outras ideias:
molduras

(Fonte: Design Sponge)

(Fonte: Shelterness)

(Fonte: Shelterness)

 

Eu ainda não fui ousada o suficiente para colocar nas paredes, mas decorei meu computador! 🙂

DIY: Parede de quadro negro

Como disse no post passado, faz tempo que eu queria fazer uma parede de quadro negro na minha cozinha. Já tinha escolhido a parede, só me faltava a atitude para ir na loja, comprar a tinta e botar a mão na massa. Eis que fim de semana passado eu decidi transformar minha cozinha. Saí, comprei a tinta, comprei um móvel (chega amanhã!) e fiz planos. Essa é a parede:

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Queria pintar tudo, do teto até o chão, da porta (à esquerda) até o fim do radiador. E assim foi feito. Minha parede é de gesso acartonado e bem porosa, então não fiz nada, só apliquei a fita adesiva e mandei bala. Dependendo da condição da parede, eu daria uma lixada antes. Eu usei um pincel macio e usei a tinta direto da lata. Dei duas demãos (e não tirei todo do processo, esqueci!), com duas horas de espaço entre as duas. Aí eu fui no supermercado e comprei giz. Na loja de material de construção tinha giz da mesma marca da tinta, mas eu achei caro e não comprei. Preferi dar uma pesquisada antes, para ter certeza que realmente estava caro. Achei esse por metade do preço, é de uma marca famosa de material escolar (principalmente giz de cera) e achei que valeria a pena. Hunf, se arrependimento matasse! Um giz super duro, riscou toda a parede. Mas minha filha gostou.

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Quase pintei toda a parede de novo, mas resolvi comprar outro giz e ver como seria. Fico feliz de ter feito isso, porque os riscos não são tão aparentes – a não ser que você esteja bem perto do quadro. E no fim das contas, mais cedo ou mais tarde, vai riscar tudo mesmo, então vou deixar como ficou e quando eu achar que está muito feio, eu dou mais uma demão. E o resultado final:

IMG_5193_DxO IMG_5194_DxOTada! Eu gostei do resultado final e tá todo mundo se divertindo com a novidade (menos as gatas, mas elas curtiram o plástico que eu coloquei para proteger o chão).

Duas dicas para quem quiser fazer uma parede dessas em casa:

  1. Deixe a tinta curar por uns 3 dias. É difícil com criança em casa, mas quanto mais tempo você deixar secar antes de usar, melhor ele vai ficar – eu só deixei umas 12 horas, não sabia dessa dica dos 3 dias, só fui pegar lendo outros blogs *depois* que eu já tinha usado.
  2. Pegue um giz branco e esfregue de lado por todo o quadro antes de usar pela primeira vez: isso ajuda o giz a aderir à superfície e fica mais fácil de apagar também.

Não sei se é verdade, mas no site de uma fabricante de tinta li que é melhor apagar com um papel toalha ou com um paninho úmido e evitar apagadores, mas não estava escrito o porque. Acabei não comprando apagador antes porque não achei nenhum com reviews boas, e depois dessa dica acho que não vou nem tentar.

E aí, quem mais de parede de quadro negro? Quero ver suas fotos! 🙂

Decorando com crianças

Não, você não leu errado. Não é decorando *para* crianças. É com crianças mesmo.

Minha filha, Lily, vai fazer 5 anos em junho. Ela ainda dorme no quarto que eu decorei antes de ela nascer. Não precisa nem dizer que ele está cansado, né? Não combina mais com ela e há algum tempo venho querendo mudar tudo. Tirar a cama de criança e colocar uma cama de solteiro, pintar as paredes, colocar cortinas (no momento, ela tem uma persiana rolô). Mas a Lily tem um problema: ela não trabalha com desapego. Ela não quer se livrar do barrado de bichinhos de pelúcia, ela não quer tirar os adesivos e entra em pânico só de pensar que eu vou me desfazer da cama “de Octonautas” dela – mesmo eu já tendo explicado mil vezes que a roupa de cama pode ser usada na cama nova, já que é só o edredom e a fronha.

A solução que eu encontrei foi envolvê-la no processo. Um processo que, sozinho, já é complicado: eu quero colocar um quarto de dormir, uma mini biblioteca e um espaço de brincar em um espaço de 1,90m x 2,35m. Impossível? No Brasil, isso provavelmente seria considerado um armário, já aqui é bem comum nas casas normais ter um quarto pequenininho assim. Basta caber uma cama de solteiro que eles já consideram “quarto” – e pouco importa se não cabe mais nada.

O primeiro passo foi pegar o catálogo de cores da Dulux e passar página por página com ela. Ela escolheu as cores preferidas e esse foi o resultado:

Lily's colour map

E ao invés de escolher algumas dessas cores e fazer um esquema legal, resolvi usar o máximo dessas cores que eu conseguir sem que o espaço minúsculo vire um carnaval na zona.

Nas próximas semanas, vou contar as etapas desse processo divertido – ou não – em que eu me meti.