A cor do ano 2016 – Dulux UK

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Bom dia, gente! Ontem não teve post por motivo de estava assistindo maratona de De Volta Para o Futuro na TV, mas hoje estamos de volta, trazendo novidade. Vai chegando o final do ano e com isso vão pipocando os anúncios de cores do ano.

Hoje vamos falar sobre a cor do ano da Dulux, que foi anunciada recentemente. A cor, Cherished Gold, é um tom de amarelo dourado e, segundo a Dulux, é uma evolução da cor do ano passado, Copper Blush, e dá continuidade à tendência de usar tons metálicos em interiores residenciais. Quente e sutil, Cherished Gold funciona bem tanto com frescor dos tons pastéis como com cores mais fortes. Essa é a paleta de cores sugerida pela Dulux.

cor do ano dulux paleta de cores

E aí, o que acharam? Eu, pessoalmente, não curto amarelo, mas acho que funciona para alegrar qualquer ambiente. Olha só que lindo pode ficar:

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Do catálogo da Coral, empresa irmã da Dulux no Brasil, a cor similar que eu sugeriria seria o Ouro Monarca:

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5 dicas para montar o seu home office

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Bom dia, gente! O post de hoje é de dica: como montar o seu home office. Trabalhar em casa é o sonho de quase todo mundo – afinal, quem não quer evitar as chateações no trânsito ou ter a possibilidade de encaixar aquela atividade que você tanto curte no meio do dia? Devido à internet e aos avanços tecnológicos, o que antes era um território quase que exclusivo dos freelancers agora é uma possibilidade para uma grande parte da população: na Europa, é uma realidade cada vez mais comum e acredito que não vá demorar muito para que o Brasil alcance essa realidade, afinal um profissional produtivo é mais importante que um profissional fisicamente presente na empresa, não é verdade?

Uma das vantagens de se trabalhar em casa, para nós, amantes do design, é a possibilidade de escapar dos cubículos sem graça e fazer dele um espaço com a sua cara. Para ajudar nessa tarefa, separei cinco dicas para não errar na hora de montar o seu home office.

1. Escolha bem o cômodo em que você quer trabalhar

Existem vários fatores a se considerar e não existe apenas uma resposta correta para essa questão. Você quer ficar perto ou longe da TV? A proximidade da cafeteira é importante? Ou a vista da janela? Um cômodo separado ou espaço em um cômodo de uso comum? Você trabalha em desktop ou laptop? Que tipo de equipamento você usa: impressoras, scanners, ou nada disso? Acredito que essa reflexão seja a parte mais importante de se montar um espaço de trabalho em casa. Lembre-se que qualquer cantinho – até aquele embaixo da escada! – pode ser usado, desde que ele atenda às suas necessidades.

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2. Use móveis específicos para home office

Ergonomia é muito importante e nunca deve ser deixada de lado. Mas também é importante escolher móveis que combinem com a sua casa, principalmente se o seu ambiente de trabalho estiver integrado ao resto da casa. Existem várias alternativas projetadas especificamente para o ambiente doméstico – lojas como a Tok&Stok, que tem uma área do website dedicada ao home office, oferecem excelentes alternativas. (Ou você pode fazer como eu e transformar uma cadeira comum.)

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3. Hot desk!

Na sua casa não tem espaço para uma mesa de trabalho? Não tem problema. Com organização, é possível usar o sistema hot desk – transformar qualquer mesa em local de trabalho. Ideal para quem trabalha com computadores portáteis, você pode usar a mesa da sala ou da cozinha, por exemplo. A vantagem é que geralmente essas mesas são grandes, então você tem um espaço legal para trabalhar. E o fato de o escritório não ter um espaço fixo significa que você não acumula coisas desnecessárias – você tem que organizar todos os dias, especialmente se a mesa é usada para outras atividades como o dever de casa das crianças ou o jantar em família.

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4. Iluminação

A luz é uma das coisas mais importantes em qualquer ambiente e especialmente no ambiente de trabalho. A iluminação natural é imbatível no quesito qualidade visual, além de ajudar a regular o ciclo do corpo humano – uma grande vantagem em relação às luzes fluorescentes de grande parte dos escritórios. Posicionar a mesa de trabalho perto de janelas, quando possível, é o ideal. Uma luminária de mesa, para tarefas pontuais, também é recomendada.

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5. Deixe a sua personalidade brilhar

Murais. Quadros. Livros. Luzinhas de Natal. Tudo o que você não poderia levar para o seu escritório, se fosse em um ambiente empresarial. Use a sua criatividade!

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** Macs são opcionais 😀 **

Universidade de Reading – Arquitetura

Universidade de Reading

Bom dia, gente! Como eu havia dito, no sábado eu estive na Universidade de Reading para descobrir tudo sobre o curso de arquitetura que eles oferecem.

A Universidade de Reading fica na cidade de Reading*, em Berkshire e foi fundada em 1892. Originalmente uma escola extensão da Universidade de Oxford, com o nome University College, Reading, recebeu o título de universidade em 1926 – a única instituição do Reino Unido a receber o título entre as duas grandes guerras. Todas a literatura sobre a universidade dá muito destaque para o fato de a universidade estar no top 1% do mundo: a posição da universidade no QS World University Rankings é 156º, o que não é ruim, mas soa bem menos impressionante, rs.

Eu nunca tinha ido a um evento como esse antes e não sabia muito bem o que esperar. Bom, para evitar a surpresa desagradável que aconteceu na minha primeira tentativa de Open Day, fui de trem. Quando cheguei na estação, estava cheio de estudantes super animados com plaquinhas indicando o caminho para o ponto de ônibus. Chegando no campus, fui seguindo a multidão de pessoas de 17 anos com seus pais até o local do checkin. Tudo muito organizado, depois de escanear a inscrição você recebe uma bolsinha e passa para dentro da tenda, onde estavam estandes de todos os cursos, orientação financeira, moradia, esportes, a rádio da universidade e outras coisas que, no momento, não são do meu interesse. Peguei o folheto da arquitetura e saí correndo o mais rápido que eu consegui – não sem antes me sentir uma velha de 150 anos.

Dentro da bolsa, tinha um mapa dos dois campus da universidade, um folheto sobre a biblioteca e alguns cartões postais. Me localizei e achei o prédio onde seriam as palestras sobre o curso e resolvi dar uma volta. Entrei na biblioteca e gostei bastante: acesso 24 horas, bastante espaço de estudo em grupo e individual. Não vi o acervo, mas acho que ainda não existe, pelo modo como a bibliotecária (acho!) falou – que os livros ficariam no segundo ou terceiro andar.

Fui, em seguida, para o prédio onde ficam os cursos relacionados à construção civil. Cheguei super cedo, a palestra era às 11 e eu cheguei às 9.45 – pensei que, assim que eu descobrisse onde eu tinha que ir, eu poderia arrumar um canto e terminar de ler o meu livro. Só que acabei entrando numa sala cheia de gente pra ver o que estava acontecendo e comecei a conversar com um pessoal, fui apresentada à professora Flora Samuel – descobri que a mulher tem até página na Wikipedia, na hora não sabia que ela era importante, rs -, conversamos bastante sobre o ensino de arquitetura, Reading e outras escolas, achei ela fantástica, antes mesmo de descobrir quem ela era. Ela recomendou que eu assistisse a palestra sobre os outros cursos (Quantity Surveying, Building Surveying e Construction Managing – não saberia com traduzir exatamente os dois primeiros, mas posso tentar explicar pra quem tiver curiosidade), para ter uma ideia de como é a escola onde está o curso de arquitetura. Obviamente, a função desses dias de visita é vender a escola da melhor forma possível, mas me pareceu ser uma escola bem focada no aluno e com uma empregabilidade excelente no final.

A palestra sobre o curso de arquitetura foi tipo comprar imóvel na planta: estão tentando de vender algo que ainda não existe. O curso começa em Setembro do ano que vem e eles estão tentando te (me?) convencer que essa é uma grande vantagem. O curso vai funcionar no outro campus – London Road -, que é o campus onde a universidade começou, num prédio bem bonito que está sendo reformado (não pude ver por dentro, só vimos as fotos na apresentação). A ideia é que cada aluno tenha o seu próprio espaço de trabalho no estúdio, que também terá acesso 24 horas (eu falei pra Flora que estou muito velha pra trabalhar de madruga, ela disse que ninguém deveria, rs). A diretora do curso, Lorraine Farrelly, me pareceu bem engajada em fazer o curso acontecer, por assim dizer.

Universidade de Reading Arquitetura

Para terminar, fui conhecer o campus onde está o novo prédio – tudo muito bonito e tranquilo, talvez porque seja sábado. O trânsito em volta parece muito ruim, na verdade, mas dentro do campus, a maior calma.

Então, em resumo (pra vocês e pra mim também, na hora de fazer minhas escolhas):

O que eu gostei: o fato de ser um curso novo – o curso de arquitetura da UFU também estava começando quando eu entrei, a vibe é completamente diferente de quando o negócio já está andando, é mais um sentimento de comunidade, de “estamos construindo algo juntos”; acesso 24 horas, apesar de eu não ter intenção de usar; o entusiasmo da galera; o foco no mercado de trabalho.

O que eu não gostei: a biblioteca ficar no outro campus. Acho que só isso. Se eu lembrar de mais alguma coisa, edito depois.

Dicas para quem quer se inscrever: conversei com a tutora de admissões e com a diretora do curso, e essas foram as coisas interessantes que elas me disseram:

  • Para quem já saiu da escola há 10 anos ou mais, talvez a universidade exija um curso chamado “Access to Higher Education”. Ela não acha que alguém que tenha cursado arquitetura precise fazer, mas ela ia checar com a universidade e me dar um retorno.
  • Referência: pode ser acadêmica ou profissional. O que eles querem saber é se o aluno tem aptidão para o curso, não precisa de nenhum relatório detalhado da performance ou coisa assim.
  • Portifólio: não tem formato específico, já que é apresentado pessoalmente. Eles querem saber se você tem noção espacial. Desenhos a mão livre, croquis, CAD, fotografias, maquetes, trabalhos de arte – vale tudo.

Se alguém quiser perguntar alguma coisa, ou quiser que eu entre em contato com a universidade com algum questionamento, é só me mandar uma mensagem.

No sábado, estou na estrada novamente para visitar Cardiff. Me desejem sorte! 🙂

*pronuncia-se “réding”, não como o verbo!

A rodada da semana

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Boa tarde, gente! Mais uma rodada de links pra vocês – espero que vocês gostem 🙂

1. How to: use strong colour, compartilhado pela página da Made.com

2. A casa da Dona Dalva, compartilhada pela página do Blogs Decor

3. Filmagem aérea de Londres mostra seu crescimento urbano, compartilhada pela página do ArchDaily Brasil

4. Pesquisa CAU/BR – Datafolha, compartilhada pela página do CAU/BR

5. No great cultural buildings are going up in London says Zaha Hadid, compartilhado pela página do dezeen

Um bom fim de domingo e uma ótima semana!

Diário de uma arquiteta desempregada: telefonema

diário de uma arquiteta desempregada o telefonema

– Alô?

– Oi Ana, aqui é o Jamie da empresa de recrutamento xxx. Nós temos uma vaga de assistente aqui que eu acho que seria ótima pra você. Você ainda está procurando?

– *pulando por dentro* Tô sim.

– É uma empresa muito bacana, você poderia me mandar seu currículo atualizado?

– *vontade de dizer: o currículo que você tem é o meu currículo atualizado* Estou mandando!

– Obrigado, vou passar pro escritório e te dou um retorno.

Repita a cada duas semanas.

(Gente, hoje eu estou na Universidade de Reading participando do Open Day, segunda eu falo tudo que eu descobri por aqui!)