Diário de uma arquiteta desempregada: começar de novo

diário de uma arquiteta desempregada começar de novo

Essa semana, eu mandei 20 currículos. Ainda não recebi nenhum retorno. Tenho fé. Mas também estou cansada. Decidi há algumas semanas que não dá pra continuar assim. Me sinto patética ao passar aqui e falar: “oi, eu ainda não tenho emprego”. Parece desculpa esfarrapada – e talvez seja, inconscientemente.

Para mudar o disco, decidi que, se não conseguir emprego logo, vou voltar pra escola. Hoje eu deveria ter ido ao Open Day da Universidade de Kingston e aí estaria aqui contando todas as coisas legais e outras não tão legais que eu aprendi sobre a Universidade. Só que eu não contava com o rugby e com o trânsito e com o engarrafamento. Bom, fica pra próxima.

Na hora de fazer a inscrição para o processo de entrada nas universidades, você pode escolher até cinco cursos/universidades. Kingston é a minha menos preferida e só coloquei lá porque é relativamente perto da minha casa, mas hoje tive o test drive de como seria ir pra lá todos os dias. A outra solução é ir de trem, mas não é uma jornada fácil, tem que ir de carro ou de bicicleta até a estação, aí pegar um trem, aí trocar de trem, aí andar até o campus. No mínimo 1 hora e meia nessa brincadeira (de carro, seria uns 40 minutos, mas hoje levamos quase duas horas, ou seja…).

Com isso, Kingston continua no fim da minha lista. Semana que vem eu volto pra contar pra vocês o que eu achei da Universidade de Reading. E dessa vez vou de trem pra não ter erro.